
História das fogaceiras
Olá a todos! Eu chamo-me Cláudia e sou da E.B.1 da Giesteira do 4ª. Ah!!! Já me esquecia; a minha professora é a professora Arminda Brandão. A minha professora acabou de nos ler uma história acabadinha de sair do «forno» (Perceberam? Não? Então quando ouvirem a história irão perceber).
A história era mais ou menos assim: No concelho de Santa Maria da Feira; no tempo dos condes e condessas; o conde desse tempo tinha muitos criados, inclusive uma criada padeira, seu nome Ana, por isso chamavam-na Ana Padeira.
Ana Padeira tinha uma filha chamada Maria. Às vezes a Maria ia brincar com a filha do conde mas era segredo.
Um dia toda a gente (excepto a Ana Padeira, o padre e o conde) ficou doente da peste:
- A única solução é rezar a S. Sebastião – disse o padre
Mas Ana Padeira fez melhor:
-Eu prometo a S. Sebastião que se ele curar a minha filha eu dou-lhe um pão docinho em troca.
A Ana Padeira fez o pão e entregou-o a S. Sebastião.
No dia seguinte todos estavam curados. Então decidiram que todos os anos iriam distribuir pães doces por todos.
Mas passados alguns anos a Ana Padeira morreu, deixaram de os distribuir pães pelas pessoas e a peste voltou; precisavam da receita, então pediram à Maria que fizesse a receita.
Lembrando-se das palavras últimas da mãe (que foram estas: em pé descansa, deitada cura, e leva á cabeça, a sabedoria crua) lá descobriu a receita e foi assim que começou esta tradição.
Gostaram? Quem me dera poder ficar, mas tenho de ir. Adeus!
Olá a todos! Eu chamo-me Cláudia e sou da E.B.1 da Giesteira do 4ª. Ah!!! Já me esquecia; a minha professora é a professora Arminda Brandão. A minha professora acabou de nos ler uma história acabadinha de sair do «forno» (Perceberam? Não? Então quando ouvirem a história irão perceber).
A história era mais ou menos assim: No concelho de Santa Maria da Feira; no tempo dos condes e condessas; o conde desse tempo tinha muitos criados, inclusive uma criada padeira, seu nome Ana, por isso chamavam-na Ana Padeira.
Ana Padeira tinha uma filha chamada Maria. Às vezes a Maria ia brincar com a filha do conde mas era segredo.
Um dia toda a gente (excepto a Ana Padeira, o padre e o conde) ficou doente da peste:
- A única solução é rezar a S. Sebastião – disse o padre
Mas Ana Padeira fez melhor:
-Eu prometo a S. Sebastião que se ele curar a minha filha eu dou-lhe um pão docinho em troca.
A Ana Padeira fez o pão e entregou-o a S. Sebastião.
No dia seguinte todos estavam curados. Então decidiram que todos os anos iriam distribuir pães doces por todos.
Mas passados alguns anos a Ana Padeira morreu, deixaram de os distribuir pães pelas pessoas e a peste voltou; precisavam da receita, então pediram à Maria que fizesse a receita.
Lembrando-se das palavras últimas da mãe (que foram estas: em pé descansa, deitada cura, e leva á cabeça, a sabedoria crua) lá descobriu a receita e foi assim que começou esta tradição.
Gostaram? Quem me dera poder ficar, mas tenho de ir. Adeus!










